
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E as bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o presentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

2 comentários:
Não é drama. Não é melancolia.
Não quero adulações. Não quero chamar sua atenção.
O fim é só o começo de um novo início.
Ow, tô amndando vibrações de muita porrada na sua cara nesse momento ok?
Se não entendeu a parada de vibração asiste a bosta de ''o segredo'' q é bosta mas funciona então...ah
E se vc fizer essas papagaiadas de novo eu vou pessoalmente te torturar a la silvia calabresi
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